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A Secretaria Municipal de Assistência Social passará a funcionar em um novo local e, com isso, concentrará todos os serviços de sua área em um único espaço - proporcionando, dessa forma, mais conforto e comodidade aos cidadãos. A pasta, que atualmente está instalada no primeiro andar do prédio da Prefeitura, irá atender em um novo e moderno edifício localizado em frente à Administração Municipal, na mesma avenida Narciso Yague Guimarães, número 776.
Assistência Social de Mogi das Cruzes muda de endereço para unificar serviços ao cidadão
"Este novo imóvel é amplo e já está pronto para receber a secretaria. Nós estamos acertando os detalhes da mudança, que, aliás, será muito mais do que uma simples alteração de endereço. Vamos concentrar todos os nossos serviços neste local, que passará a ser um novo ponto de referência para os cidadãos mogianos quando o assunto é assistência social", afirma a secretária Marinês Piva. Na prática, o setor administrativo da Secretaria funcionará no primeiro andar do novo prédio, enquanto no térreo será instalado o Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) - que atualmente atende na rua Capitão Manoel Caetano. A Coordenadoria de Apoio à Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida também terá um espaço especial no novo prédio. "A obrigação da Prefeitura é fazer o possível para facilitar o acesso da população aos serviços essenciais. Não era justo ter uma série de serviços espalhados, dificultando a vida dessas pessoas. Sem contar que o prédio da Prefeitura não tem acessibilidade", ressalta o prefeito Marco Bertaiolli. O Creas faz parte de uma rede sócio-assistencial e é diferente dos Centros de Referência em Assistência Social (Cras), que estão instalados em quatro bairros de Mogi - Jardim Aeroporto, Jundiapeba, Cezar de Souza e Jardim Camila. Os Cras prestam atendimento descentralizado em toda a região de seu entorno, com orientação familiar, profissional, encaminhamento para cursos e programas de transferência de renda. Já o Creas precisa estar situado na área central, oferece atendimento mais especializado e recebe os casos vindos dos Cras nos quais já houve rompimento dos laços familiares. "Trata-se de uma rede que funciona de forma interligada e que conta com profissionais especializados no atendimento ao cidadão", pontua Marinês. A secretária lembra que a atual Administração vem dando importante apoio para o trabalho desta rede social. No ano passado, a Prefeitura realizou concurso público para a contratação de profissionais com o objetivo de dinamizar a atuação destes centros. Foram selecionados e contratados 18 assistentes sociais, 12 psicólogos, quatro agentes sociais, um pedagogo, um advogado e 10 auxiliares de apoio administrativo. Após a aprovação no concurso, todos passaram por capacitação específica para a área, ministrada por uma profissional de Serviço Social da Pontifícia Universidade Católica (PUC). Bolsa Família Da mesma forma que a Prefeitura vai concentrar os serviços sociais em um único local para oferecer conforto e praticidade aos cidadãos, também há um trabalho desenvolvido com o objetivo de facilitar o acesso a serviços com grande demanda, como, por exemplo, o Programa Bolsa Família. Antes, quando o trabalho estava concentrado no prédio da Prefeitura, o atendimento diário girava em torno de 80 pessoas por dia. Hoje, com o posto instalado dentro do Terminal Estudantes, cerca de 250 beneficiários são atendidos diariamente. "Quem está cadastrado neste programa não tem carro para se locomover pela cidade. Obrigá-lo a vir até a Prefeitura para obter atendimento era um contrasenso. Colocar o serviço no Terminal Central facilitou a vida de todos. Agora, a pessoa desce do ônibus e pode ter o atendimento imediato, não precisa pegar outra condução ou vir a pé até o prédio da Prefeitura", destaca Marinês. O Bolsa Família é um programa rotativo, ou seja, as famílias atendidas precisam atender às chamadas condicionalidades (renda per capita, freqüência escolar e acompanhamento de saúde) para continuar recebendo o benefício. Com isso, periodicamente novas famílias começam a receber os recursos e outras deixam de contar com o benefício. Atualmente, segundo dados de junho, 14.668 famílias mogianas são atendidas pela iniciativa, o que significou a liberação de R$ 1.450.408,00 no mês passado por parte do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Vale lembrar que, neste caso, a rede social formada pelos quatro Cras agiliza ainda mais o atendimento. Os cidadãos que moram nas regiões onde existem estes centros recebem o atendimento no próprio Terminal Central. É o caso da auxiliar de limpeza Maria do Carmo Santos, de 34 anos. Moradora de Jundiapeba e mãe de um filho, ela procurou atendimento no Terminal Central e achou a mudança positiva. "Eu tenho direito ao Bolsa Família e achei muito legal descer aqui e já poder conversar com o pessoal da Prefeitura. Foi o que eu acabei de fazer. Lá em Jundiapeba também tem um Cras e assim a gente sempre tem um atendimento perto", comentou. (MAS)
Secom Mogi das Cruzes
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