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Vereadores tentam acordo entre famílias desalojadas e prefeitura de Ferraz de Vasconcelos

Um grupo de vereadores reuniu-se com representantes da Prefeitura Municipal de Ferraz de Vasconcelos, na terça-feira, dia 08, na Secretaria Municipal de Promoção e Desenvolvimento Social, no Tanquinho.

Vereadores tentam acordo entre famílias desalojadas e prefeitura de Ferraz de Vasconcelos

No encontro, os parlamentares tomaram conhecimento sobre a real situação porque passam as 78 famílias abrigadas, provisoriamente, no Ginásio Municipal Marcílio Guerra, no centro. Na prática, eles tentam intermediar uma solução para o impasse entre moradores e a administração da cidade. A maior preocupação é com a presença de crianças e de pessoas convalescentes, tendo em vista, que existe inclusive o risco de uma epidemia de conjuntivite e de gripe no local.

As famílias desalojadas, por sua vez, estão no local desde o dia 19 de abril quando ocorreu a reintegração de posse das casas do Morar Bem, na Vila São Paulo. Após quase 2h, vereadores, técnicos do Poder Executivo e os representantes dos moradores decidiram que assistentes sociais devem ir até o Marcílio Guerra nos próximos dias para fazer um levantamento completo do quadro para as possíveis providências. Antes, porém, a coordenadora da Promoção e Desenvolvimento Social, Elisabete Bento de Souza, a Bete, precisa acertar os detalhes com a liderança. O estudo visa detectar famílias, de fato, carentes e locais que podem receber o aluguel social ou serem encaminhadas a programas sociais.

Na reunião, os técnicos locais foram categóricos em afirmar que estão sendo impedidos por liderança do movimento a elaborar um diagnóstico exato da situação. Segundo eles, por diversas foram até o ginásio, porém, não obtiveram êxito. Por isso, os funcionários documentam tudo em relatório. Além disso, eles pediram ainda a intervenção do Conselho Tutelar (CT), mas, mesmo assim, conselheiros também foram cerceados durante vistoria no sábado, dia 05. Agora, o pessoal da Prefeitura aguarda o envio de um balanço relatando o acontecido. “O governo municipal quer resolver, contudo, não encontra respaldo das próprias famílias desalojadas”, disseram. Os técnicos alegam ainda que há fortes indícios de moradores de outros Estados infiltrados no Marcílio Guerra.

Para os vereadores, ficou evidente que o Poder Público local não está omisso e, portanto, a melhor saída é buscar um entendimento entre as partes. No fundo, não existe uma solução mágica para o caso. Afinal, o Executivo não dispõe de um programa habitacional, mas sim, de um projeto urbanístico voltado, exclusivamente, as famílias remanescentes de áreas de risco. Os parlamentares deixaram bem claro que os moradores desalojados não podem continuar obstruindo o trabalho de técnicos da Prefeitura Municipal, já que, a ação poderá ser feita com o apoio da Polícia Militar ou da Guarda Civil Municipal (GCM) se necessário. “Nós, só queremos a verdade e uma solução para quem, de fato, precisa. Em suma, não pretendemos usar o episódio para fazer politicagem”, concluíram.

Presenças

Participaram da reunião os vereadores Juracy Ferreira da Silva (PMDB), José Izidro Neto (PMDB), Silas Faria de Souza (PSD), Antonio Carlos Alves Correia (PSD), o Tonho, Ezequias Felippe Rodrigues (PCdoB), o Vai Chover, Luiz Fábio Alves da Silva (PSDB), o Fabinho e José Aparecido Nascimento (PT), o Aparecido Marabraz, os secretários municipais, Manoel Bernardo de Oliveira, o Alemão (Promoção Social), José Geraldo Ramos Siqueira, o Geraldinho (Habitação), as assistentes sociais Luzimar Santos Sanches e Adriana Ferreira da Silva e os moradores desalojados Willian Alves e Joabe. O restante dos parlamentares não pôde comparecer por motivo superior.

Por Pedro Ferreira

Cam Ferraz de Vasconcelos

 

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