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Salão Internacional do Livro: Suzano+20 amplia discussão sobre educação ambiental

Em junho de 2012 o Brasil sediará a “Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável”, a Rio+20. Inspirado no evento, o 1º Salão Internacional do Livro de Suzano tem o espaço “Suzano+20”, que busca trazer à cidade e ao cotidiano das escolas o debate sobre temas ambientais que ocorrerão na Conferência.

Salão Internacional do Livro: Suzano+20 amplia discussão sobre educação ambiental

No espaço, é possível encontrar uma diversidade de publicações técnicas, científicas e políticas, entre outras, impressas e audiovisuais, realizadas por organizações não governamentais, institutos e governos, com foco em Meio ambiente.

A Rio+20 discutirá a chamada economia verde, no contexto da erradicação da pobreza e a estrutura de governança ambiental global. O evento marca os 20 anos da realização da Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, conhecida como “Eco 92” ou “Rio 92”, até hoje considerada a mais importante conferência ambiental mundial.

No último domingo (15/4), uma das atrações do Suzano+20 foi a oficina jogo Carta da Terra, promovida pelo Instituto Harmonia da Terra, que visa à Educação para a Sustentabilidade. A Carta da Terra é o documento oficial da Rio 92 que contém diversos princípios de Sustentabilidade Ambiental.

O jogo pode ser trabalhado com diferentes faixas etárias e em vários espaços, e permite explorar diversos temas e atitudes individuais e coletivas para melhorar o meio ambiente. O tabuleiro está à venda no estande.

Outra ação ambiental diferenciada está prevista para o último dia do Salão do Livro. No domingo (22/4), às 14h, será realizado no Parque Municipal Max Feffer o plantio de mudas para neutralizar a emissão de carbono gerada pelo evento.

“O movimento Rio+Você, que trabalha a qualidade de vida e a questão ambiental, mostra que a Rio +20 começa dentro da sua casa, da sua escola, do seu município e da sua região. Todas essas concepções locais, regionais e globais sobre os temas socioambientais estão sendo trazidas ao espaço Suzano+20, que dá visibilidade para a conferência ao mesmo tempo para as ações locais”, ressalta a diretora municipal de Saneamento e Gestão Ambiental, Maria Henriqueta Andrade Raymundo.

Em Suzano, a educação ambiental é trabalhada no contexto social por meio da formação dos Educadores Ambientais Populares. Nas unidades escolares, é abordada de acordo com o contexto da região. Nas escolas da região Sul o foco é a preservação das matas e rios. Na região central, o estudo é sobre a poluição e seu impacto. Na região norte, os alunos verificam questões ligadas à ocupação do território.

“A educação ambiental não é um tema que se esgota em apenas uma semana, mas deve ser trabalhada de forma ininterrupta dentro da educação. A questão ambiental deve ser transversal, interdisciplinar e aplicada em todas as modalidades de ensino”, explica Luciana Ferreira, representante da Secretaria Municipal de Educação na Comissão Interinstitucional Municipal de Educação Ambiental (Cimea).

Palestras

Além das publicações, o Suzano+20 também está promovendo no Salão do Livro diversos debates com autores conhecidos nacional e internacionalmente. Na manhã desta quarta-feira (18/4), os biólogos, pesquisadores e autores Rita Mendonça, do Instituto Romã, e Zysman Neiman, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), realizaram a discussão “Diálogos sobre Sociedade-Natureza”.

Os autores falaram um pouco da trajetória como ambientalistas para alunos de escolas públicas e particulares e debateram o relacionamento do homem com a natureza.

Para Rita Mendonça, falar sobre o contato com os diferentes seres vivos é fundamental para que as crianças, jovens e adultos entendam a importância da mudança de hábitos. “Queremos evitar a visão catastrofista, que acaba sendo pouco pedagógica. Buscamos trabalhar a nossa experiência com a natureza, como perceber os seres vivos e como é este contato”, explica.

Até domingo, passarão pelo Salão Internacional do Livro nomes como Ladislau Dowdor, economista e professor de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e consultor de diversas agências das Nações Unidas, governos e municípios; Aramis Latchinian, uruguaio, mestre em Ciências Ambientais, especialista em Gestão Ambiental e ex-diretor nacional de Meio Ambiente do Uruguai; Eda Tassara, professora de Psicologia Ambiental, e Marcos Sorrentino, coordenador do Laboratório de Educação e Política Ambiental (Oca) da Universidade de São Paulo (USP).

 

Secom Suzano

 

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